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Projeto de Lei nº 1.559/2021 aguarda inclusão na pauta da Comissão de Finanças e Tributação; Conselho Federal de Farmácia pede união da categoria para fortalecer a mobilização

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O Projeto de Lei nº 1.559/2021, que institui o piso salarial nacional dos farmacêuticos, vive um momento decisivo na Câmara dos Deputados. Após a apresentação de parecer favorável pelo relator da matéria na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), deputado Hildo Rocha, o projeto agora depende de ser incluído na pauta da comissão para avançar em sua tramitação.

Diante desse cenário, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) está convocando farmacêuticos e estudantes de Farmácia de todo o país para uma mobilização nacional em defesa da valorização da profissão.

A proposta é simples: fortalecer o diálogo democrático e respeitoso, utilizando as redes sociais para solicitar ao presidente da Comissão de Finanças e Tributação, deputado Merlong Solano, que inclua o PL nº 1.559/2021 na pauta de votação.

Para o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Walter da Silva Jorge João, este é um momento em que a participação da categoria pode fazer a diferença.

"Chegamos a uma etapa decisiva da tramitação do piso salarial. O relatório favorável já foi apresentado e, agora, precisamos que o projeto seja pautado para seguir seu curso no Congresso Nacional. Convido cada farmacêutico e cada estudante de Farmácia a participar dessa mobilização, sempre com respeito, responsabilidade e união. Quando a categoria fala em uma só voz, mostramos a força da Farmácia brasileira e reforçamos a importância da valorização dos profissionais que cuidam diariamente da saúde da população."

O CFF destaca que a mobilização é fundamental para demonstrar aos parlamentares a relevância da proposta para os mais de 400 mil farmacêuticos brasileiros. A participação pode ser feita de forma simples: assistir ao vídeo da campanha, compartilhar a publicação e marcar o presidente da comissão nas redes sociais, solicitando, de maneira respeitosa, que o projeto seja incluído na pauta.

A valorização profissional depende do engajamento coletivo. Cada mensagem, cada compartilhamento e cada manifestação fortalecem o movimento em defesa do piso salarial nacional dos farmacêuticos.

O momento é de união. A mobilização da categoria pode contribuir para que o Projeto de Lei nº 1.559/2021 avance e continue sua tramitação no Congresso Nacional.

Evento acontece de 11 a 13 de novembro, em Belém, e terá conferências, simpósios, minicursos e debates sobre os principais desafios e inovações da Farmácia

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programação preliminar do IV Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas (IV CBCF) já está disponível e confirma a dimensão daquele que será um dos maiores encontros da Farmácia brasileira em 2026. Entre os dias 11 e 13 de novembro, o Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém (PA), receberá farmacêuticos, pesquisadores, docentes, estudantes e gestores de todo o país para três dias de intensa programação científica, atualização profissional e troca de experiências.

A programação preliminar reúne mais de 200 atividades científicas e técnicas ao longo dos três dias de evento. Conferências magnas, mesas-redondas, simpósios, minicursos, palestras silenciosas e apresentações de trabalhos científicos abordarão os temas mais relevantes da Farmácia contemporânea, reunindo especialistas nacionais e internacionais para debater os desafios e as inovações que transformam a profissão.

As atividades estão organizadas em seis eixos temáticos: Inovação Tecnológica, Transformação Digital e Novas Tecnologias em Saúde; Gestão, Empreendedorismo, Negócios e Desenvolvimento Profissional; Saúde Única, Sustentabilidade e Mudanças Climáticas; Relações Institucionais, Políticas Públicas e Sistemas de Saúde; Ciência, Pesquisa, Desenvolvimento e Soberania Tecnológica; e Cuidado em Saúde, Assistência Farmacêutica e Qualidade de Vida.

Ao longo da programação, os participantes poderão acompanhar debates sobre inteligência artificial aplicada à saúde, saúde digital, terapias avançadas, medicina personalizada, assistência farmacêutica, segurança do paciente, análises clínicas, radiofarmácia, oncologia, farmácia clínica, cannabis medicinal, farmácia estética, tricologia clínica, inovação na indústria farmacêutica, gestão de serviços, empreendedorismo, logística farmacêutica, sustentabilidade, mudanças climáticas e o papel do farmacêutico diante das transformações tecnológicas e sociais.

O congresso também contará com minicursos de capacitação, apresentações de trabalhos científicos, espaços voltados à inovação, networking e integração entre pesquisadores, profissionais, estudantes, gestores e representantes de instituições públicas e privadas. A programação contempla diferentes áreas de atuação farmacêutica e foi elaborada para promover a troca de conhecimento e estimular o desenvolvimento científico e profissional da categoria.

Realizado pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), o IV Congresso Brasileiro de Ciências Farmacêuticas reafirma seu compromisso com a valorização da ciência, da inovação e da qualificação profissional. Nesta edição, o evento terá como tema "Da Amazônia para o mundo: integrando tecnologia, ciência e a prática", destacando a importância da produção científica, da sustentabilidade e da inovação para o fortalecimento da assistência farmacêutica e dos sistemas de saúde.

A programação preliminar está sujeita a atualizações até a realização do congresso e pode ser consultada pelos participantes nos canais oficiais do evento.

Clique aqui e acesse congressocff.com.br/programacao

 

Iniciativa envolve avaliação clínica e análise regulatória para possível incorporação de medicamentos à base de semaglutida no sistema público de saúde

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O Ministério da Saúde avalia a realização de um estudo clínico com cerca de 250 pacientes para investigar a viabilidade do uso de medicamentos conhecidos como “canetas emagrecedoras” no Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta envolve pessoas com obesidade grave e com doenças associadas, como comprometimento cardiovascular, em um contexto de atenção especializada.

Segundo informações do governo federal e de iniciativas em discussão na área técnica, o protocolo deve ser conduzido em um hospital de referência, com foco na análise de segurança, eficácia e impacto clínico dos medicamentos agonistas do GLP-1, classe que inclui substâncias como a semaglutida.

Paralelamente, o governo também discute estratégias para ampliar a capacidade de produção nacional desses medicamentos, hoje amplamente utilizados no tratamento do diabetes tipo 2 e, em alguns casos, da obesidade. A medida busca reduzir dependência externa e ampliar o acesso caso haja eventual incorporação ao SUS.

Atualmente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mantém em análise diferentes pedidos de registro de medicamentos dessa classe, incluindo versões sintéticas e alternativas terapêuticas similares, dentro do processo regulatório habitual para avaliação de segurança e eficácia.

Especialistas destacam que a eventual oferta desses medicamentos na rede pública dependerá de avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), que analisa evidências científicas, custo-efetividade e impacto orçamentário antes de qualquer decisão de incorporação.

Por enquanto, não há implementação oficial das chamadas “canetas emagrecedoras” no SUS, mas sim estudos e discussões técnicas em andamento sobre seu possível uso em casos específicos de obesidade grave com alto risco clínico.