Nosso Telefone

(95) 2030-1800

Atendimento

Seg - Sex 08h-12h e 14h-18h

O serviço profissional terá caráter temporário e obrigatório, com duração máxima de seis meses, e será remunerado conforme regulamentação do governo federal

Image description

O Projeto de Lei 2618/24 obriga recém-formados em instituições públicas de ensino superior que não estejam trabalhando a prestar serviço profissional com foco no atendimento a populações carentes. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.

Pelo texto, o serviço profissional terá caráter temporário e obrigatório, com duração máxima de seis meses, e será remunerado conforme regulamentação do governo federal.

Os recém-graduados prestarão os serviços na cidade de domicílio, quando houver necessidade de sua contribuição profissional, ou em locais próximos de interesse do governo.

Autor, o deputado Rodrigo Valadares (União-SE) afirma que o objetivo é preparar os recém-graduados para o mercado de trabalho. “A proposta tem como mérito retirar os estudantes recém-formados das estatísticas famosas do ‘nem estuda, nem trabalha’, ajudando a inserir essa massa da população na chamada população economicamente ativa”, argumenta.

O projeto, por fim, autoriza estudantes que se formaram em instituições particulares pelo Programa de Financiamento Estudantil (FIES) a quitarem seus débitos com a União por meio de serviços prestados.

Próximos passos

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Fase inicial do estudo tem como objetivo verificar a segurança do procedimento, mas os resultados preliminares sugerem eficácia

Image description

Cientistas chineses reverteram com sucesso o diabetes tipo 1 em uma mulher de 25 anos, utilizando células reprogramadas em laboratório. Se esse método funcionar em mais casos, pode representar um avanço significativo no combate à doença, que atualmente demanda o uso constante de insulina.

Os pesquisadores usaram células que imitam o funcionamento natural do pâncreas em pessoas saudáveis, produzindo insulina, o hormônio que regula os níveis de açúcar no sangue. No diabetes tipo 1, o sistema imunológico destrói as células que fazem essa produção.

Publicado na revista Cell, o estudo foi liderado por Deng Hongkui, da Universidade de Pequim. Segundo Hongkui, dois outros pacientes também passaram pelo transplante de células com resultados positivos, e novos testes, envolvendo até 20 pessoas, estão previstos para o fim de 2024.

Esta fase inicial do estudo tem como objetivo verificar a segurança do procedimento, mas os resultados preliminares sugerem eficácia. A técnica utiliza células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), criadas a partir de células normais reprogramadas para se comportarem como células embrionárias, capazes de se transformar em qualquer tipo de célula, incluindo as produtoras de insulina.

A paciente chinesa começou a produzir insulina de forma autônoma três meses após a cirurgia, e seu metabolismo agora se assemelha ao de uma pessoa sem diabetes. "Agora consigo comer açúcar", disse ela à revista Nature.

Ainda não está claro se o tratamento será eficaz para o diabetes tipo 2, que envolve resistência à insulina, além da falta de sua produção. Pesquisadores também estão buscando formas de proteger as células transplantadas do ataque do sistema imunológico, um desafio contínuo nesse campo.

 

Walter Jorge João, presidente do CFF, parabenizou as farmacêuticas

Image description

Duas pesquisadoras da área de Farmácia da Universidade Federal do Ceará (UFC) foram incluídas na lista dos cientistas mais influentes do mundo, publicada anualmente pela Universidade de Stanford (EUA) e recentemente divulgada no repositório de dados da Elsevier.

Os cientistas mencionados na lista estão entre os 2% mais citados globalmente por seus pares ao longo de suas carreiras acadêmicas.

Flávia Almeida Santos é uma das cientistas mais influentes do mundo

O ranking considera o impacto das pesquisas realizadas, em vez da quantidade de publicações científicas. A avaliação é feita com base em uma das mais respeitadas bases de dados internacionais de análise métrica científica, a Scopus, da Editora Elsevier. O trabalho padroniza informações de 22 áreas de estudo, subdivididas em 174 subcampos, ponderando variáveis como a posição do autor nos artigos (autor principal, correspondente, líder, entre outros). Além da análise do impacto ao longo da carreira, o estudo também avalia o desempenho dos cientistas em 2023.

Cláudia do Ó Pessoa é uma das cientistas mais influentes do mundo

Entre os destaques está a farmacêutica Flávia Almeida Santos, reconhecida como uma das pesquisadoras mais influentes ao longo de sua trajetória. Já a farmacêutica Cláudia do Ó Pessoa foi apontada como uma das cientistas mais influentes do mundo em 2023.

Walter Jorge João, presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), expressou seu reconhecimento pelas conquistas das farmacêuticas, destacando: "A presença de duas farmacêuticas entre os cientistas mais influentes do mundo reforça a importância da atuação feminina na ciência, especialmente em um campo tão relevante como o da saúde. Em tempos de desafios globais, como pandemias, o trabalho dessas profissionais é crucial para garantir a saúde e segurança da população. Esse reconhecimento mundial fortalece ainda mais a confiança na ciência como um agente de transformação e sublinha o papel vital da pesquisa farmacêutica na construção de um futuro mais justo e saudável."