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O programa Farmácia Popular é um dos mais conhecidos e aceitos pela população brasileira. É o que aponta pesquisa da Genial/Quaest, que ouviu 2 mil pessoas com 16 anos ou mais de todas as regiões do país, entre os dias 5 e 8 de julho. De acordo com o levantamento, ele é o programa do governo federal com os níveis mais elevados de aceitação, sendo apoiado por 86% dos entrevistados.

Criado em 2004, a iniciativa já beneficiou 70 milhões de pessoas em todo o Brasil. Para celebrar o marco de duas décadas de funcionamento, o Ministério da Saúde passou a oferecer, a partir da quarta-feira (10), 95% dos medicamentos e insumos de forma gratuita para toda a população. Com isso, remédios indicados para o tratamento de colesterol alto, doença de Parkinson, glaucoma e rinite também poderão ser retirados gratuitamente em todo o país. A expectativa é que, pelo menos, 3 milhões de pessoas que já utilizam o programa sejam impactadas.

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Caso o Senado não altere o texto da reforma tributária aprovado pela Câmara dos Deputados na última quarta-feira (10), mais de 380 tipos de medicamentos e vacinas receberão incentivos fiscais integrais. Entre eles estão medicamentos familiares aos brasileiros, como losartana e insulina.

O quadro da reforma fiscal permite incentivos fiscais ou reduções fiscais para todos os medicamentos. Pela proposta, que ainda precisa de aprovação do Senado e do presidente Lula, ficariam isentos aqueles que fizessem tratamento mais sério e específico e precisassem de prescrição médica.

etniasProfissionais que se orgulham de atuar nas suas próprias comunidades, mostrando a força e o desejo da assistência farmacêutica

Por Dennis Martins 

Boa Vista, Roraima - O Conselho Regional de Farmácia de Roraima (CRF/RR) tem muito a se orgulhar quando se trata da atuação de farmacêuticos indígenas nas comunidades. Esses profissionais desempenham papel crucial na assistência à saúde dos povos indígenas e a presença é fonte de esperança e confiança para as comunidades locais. 

A especialista em saúde indígena, Alicera Januário de Souza, 40 anos, da etnia Macuxi, trabalha na Casa de Saúde do Índio (CASAI) no Distrito Leste de Roraima é uma dessas profissionais. Ela se sente honrada por representar seu povo e é um exemplo inspirador de como a saúde indígena pode ser fortalecida por profissionais que entendem a cultura, os costumes e as necessidades específicas dessas comunidades. A dedicação e o compromisso são fundamentais para melhorar a qualidade de vida dos povos indígenas.