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Nos próximos dias 11 e 12 de novembro, os profissionais farmacêuticos(as) aptos - Aqueles constantes no Colégio Eleitoral do CRF/RR (Conselho Regional de Farmácia de Roraima) - poderão votar e escolher os novos conselheiros federais (Titular e suplente); e os nove conselheiros regionais para capitanear o CRF/RR nos próximos quatro anos (2022-2025).

No mesmo pleito também será eleita a nova diretoria que ficará na gestão nos próximos dois anos (2022-2023).

A votação será exclusivamente pela Internet e no período ininterrupto de 24horas, com início às 12h00 (horário local) do dia 11 de novembro de 2021 e encerra-se no dia 12 de novembro no mesmo horário. A empresa responsável pela eleição enviou e-mail com a senha provisória para cada profissional inscrito com instruções para votar.

A equipe do CRF/RR realizou ampla divulgação para os profissionais inscritos, por meio do site institucional e whatsapp, alertando da necessidade de atualização cadastral, bem como das consequências, caso haja farmacêuticos que não tenham efetivado o procedimento.

 

Etapas da votação

Quem estiver na listagem, ao entrar no site www.votafarmaceutico.org.br, a votação ocorrerá em quatro etapas:

O CRF/RR ressalta que a plataforma de votação é de fácil manuseio e proporciona simplicidade para votar. A comissão eleitoral regional está à disposição dos farmacêuticos(as) eleitores, portanto, em caso de dúvidas, procurar a comissão eleitoral através do CRF/RR em qualquer um dos canais de comunicação.

- A primeira etapa consiste em escolher o estado em que o profissional está inscrito, no caso Roraima;

- Na segunda etapa, vai votar em até nove representantes para conselheiros regionais de farmácia, ou seja, serão 9 votos para eleger 9 candidatos;

- Na terceira etapa, vota-se na chapa para eleger a nova diretoria, a qual é composta por quatro membros sendo eles presidente, vice-presidente, tesoureiro e secretário-geral.

- Por último, na quarta etapa, o profissional vai votar na chapa dos representantes a conselheiro federal efetivo e suplente;

 

Atualização Cadastral

Importante ressaltar que para todos os Conselhos de Farmácias do país a votação é obrigatória, incidindo em multa em casos não justificados de ausência de votação. Outro fator importante para se observar é que para exercer o direito do voto, o farmacêutico deve estar com o cadastro em dia.

O Conselho divulgou vídeo do passo a passo orientando como atualizar os dados direto na plataforma do site www.crfrr.org.br, disponível também na página no Instagram/crf.rr.

O CRF/RR encaminhou à Comissão Eleitoral do Conselho Federal de Farmácia, no último dia 03/11, a última atualização do Colégio Eleitoral (Lista de farmacêuticos aptos a votar) com todas as alterações cadastrais efetivadas pelos profissionais até aquele momento. Portanto, caso algum profissional esteja com o cadastro desatualizado e tente corrigi-lo após essa data, não conseguirá votar, devido os dados já terem sido enviados.

A orientação é verificar se o nome consta no colégio eleitoral já disponibilizado no próprio site www.votafarmaceutico.org.br . Acesse e na aba Colégio Eleitoral confira a lista completa dos aptos.

O CRF/RR informou ainda que está à disposição para dúvidas dos que ainda não o fizeram e que precisam atualizar os dados cadastrais junto ao Conselho.

(Fonte: Conselho Federal de Farmácia)

Duas vacinas contra zika, ainda em fase de testes, foram capazes de proteger os fetos de fêmeas de camundongos grávidas infectadas pelo vírus. Resultados do experimento, que teve a participação de pesquisadores do Instituto Evandro Chagas, do Pará, foram publicados nesta quinta-feira (13) na revista especializada "Cell".

A proteção dos fetos contra o zika é um dos desafios que a ciência tem enfrentado no contexto da epidemia de microcefalia que afetou o Brasil a partir do final de 2015, daí a importância da conclusão do estudo. O vírus da zika aumenta o risco do nascimento de bebês com microcefalia e outros problemas de desenvolvimento quando as mães são infectadas durante a gestação.

A pesquisa, que também envolveu pesquisadores da Universidade de Washington, da Universidade do Texas e do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) dos Estados Unidos, avaliou dois tipos diferentes de vacinas de zika experimentais: uma vacina feita a partir de RNA mensageiro modificado, desenvolvida pela empresa Moderna Therapeutics, e uma vacina de vírus vivo atenuado, desenvolvida em parceria entre o Instituto Evandro Chagas e a Universidade do Texas.

As duas candidatas a vacina foram aplicadas em dois grupos de fêmeas de camundongos. Um outro grupo recebeu um placebo em vez da vacina. Em seguida, as fêmeas cruzaram com machos e as grávidas foram infectadas com a cepa africana do vírus da zika.

Fetos de fêmeas de camundongos que receberam vacinas experimentais contra zika (embaixo) são comparados a fetos de fêmeas que não foram imunizadas (em cima). Todas as fêmeas foram expostas ao vírus (Foto: Cell/Divulgação)

Os fetos das fêmeas que receberam as vacinas experimentais não apresentaram sinais de infecção pelo vírus da zika, diferentemente do que ocorreu com os fetos das fêmeas que receberam placebo. Enquanto o vírus levou a lesões graves na placenta e mortes de fetos nas fêmeas não vacinadas, os fetos das fêmeas imunizadas não apresentaram sinais de RNA de zika, o que indica que as duas candidatas a vacina têm potencial de proteger os bebês dos danos relacionados ao vírus.

Vários grupos ao redor do mundo estão em busca de uma vacina contra o vírus da zika. Algumas candidatas já estão sendo testadas em humanos, mas nenhuma recebeu o registro até o momento.

O Brasil é um dos países que mais utilizam medicamentos no mundo e quase metade dos brasileiros (47%) têm o hábito de se automedicar pelo menos uma vez ao mês, de acordo com uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia. Atualmente, na pandemia do novo coronavírus, a automedicação ganhou ainda mais espaço, pois as pessoas com receio de ir a hospitais e consultórios e se infectar, acabam tomando remédios por conta própria.

Essa prática, tanto para prevenção quanto para o tratamento da Covid-19, representa um grande risco à vida do paciente e pode, inclusive, levar o paciente a óbito. “O remédio trata os sintomas e não a causa. Então pode ocorrer do paciente acabar mascarando um possível agravamento da doença ou até mesmo desencadear um quadro mais grave e quando decidir ir buscar auxílio médico já seja tarde demais”, explica o médico responsável técnico do CECC (Centro de Enfrentamento e Combate ao Coronavírus de Araucária), Regis Szeliga. 

Ainda, conforme comentou o médico, alguns remédios utilizados no tratamento da covid podem causar outros problemas de saúde, como insuficiência renal, hepática, hipoglicemia, entre outros. “Só um médico pode diagnosticar o que está ocorrendo com a saúde do paciente. Remédio deve ser usado de maneira racional e consciente”, reforça Regis.

 Araucária oferece um serviço que atende 24 horas casos suspeitos de covid-19, que é o CECC, localizado na rua Dr. Guilherme da Mota Corrêa, nº 55, Centro. Em caso de sintomas ou suspeita da doença a orientação é procurar imediatamente o Centro. Mais informações também podem ser obtidas pelo Disk Corona 0800.6425250.